• Mistress Mahara

Pet Play no papel dominante.

Pet play no papel dominante? Pode sim! O pet play geralmente, é mais associado ao papel submisso. Resolvi adaptar este fetiche, e trazer para o lado dominante. Então continuo guiando o jogo, mas assumindo características felinas como personagem que escolhi no pet play.

Como muitas pessoas sabem, e se identificam com isso também, o personagem da Catwoman é o lado que mais representa o meu alter ego. Mas existem inúmeros personagens que os fetichistas podem se identificar, desde um cãozinho até uma coelha ou mesmo um porquinho, que simboliza um escape de suas obrigações como pessoa na sociedade, e que trás essa interpretação abrindo novos caminhos para vivenciar sensações, e experiências diferentes.

O fetiche do pet play pode ser vivenciado por si só, e não está relacionado a um papel dentro do BDSM. Então associá-lo a dominação ou submissão, é uma escolha livre de quem vai jogar.

Também é importante pontuar aqui, que o pet play não pode ser associado a prática-crime de zoofilia, onde acontecem práticas diretamente com animais, diferenciando da prática do pet play onde existe apenas a interpretação de personagens, sem nenhum vínculo com qualquer animal, muito menos quebra de consensualidade entre os praticantes. Todos os fetiches devem ser adaptados a realidade e a história que cada um se identifica. Não importa se você é dominante, submiss@, ou apenas um@ fetichista sem qualquer vínculo com a hierarquia de poderes que acontece no BDSM. Resolvi quebrar este tabu, porque sou eu quem faço minhas regras, e o fetichismo significa liberdade do próprio corpo e seus prazeres. Dentro da consensualidade e segurança, tudo pode.

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